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Dominada Pelo Cowboy - Capítulo 19

Atualizado: 19 de out.

Livro 1 da série Amores Ideais



Conteúdo adulto. Registro Copyright em 172 países - maio de 2023 | Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro - maio de 2023 | Autora Larissa Braz.


Representantes jurídicos advertem: Plágio é crime! A violação dos direitos autorais é CRIME previsto no artigo 184 do Código Penal 3, com punição que vai desde o pagamento de multa até a reclusão de quatro anos, dependendo da extensão e da forma como o direito do autor foi violado.


Instrução: Ao tocar no nome das músicas citadas no texto, você será encaminhado para o videoclipe da mesma, no YouTube.


 


Olivia


Os meus pés firmaram-se novamente no chão e Jayden se aproximou. As duas mãos tocaram o meu corpo com delicadeza e caricias. Mas, de repente, a mão que deslizava subindo pela minha nuca, agarrou os meus cabelos com força, arrancando-me um gemido de dor e alguns fios. Ele puxou a minha cabeça um pouco para trás e a manteve assim.


O meu coração voltou a bater mais rápido. A sua outra palma desceu por meu quadril indo para entre as minhas pernas. Os dedos tocaram o meu ponto sensível e uma lenta masturbação se iniciou. Comecei a gemer alto, cada segundo mais excitada e próxima de um orgasmo.


— Você quer gozar, não quer? — Foi provocante. — Vou enfiar os meus dedos na sua boceta e foder você até que goze, antes de fazer o mesmo com o meu pau.


Gemi manhosa, quase em súplica para que começasse a cumprir com a sua promessa. Passando a mão por de trás, Jayden penetrou-me com três dos seus dedos, que escorregaram facilmente para dentro de mim. Ele gemeu com a boca perto do meu ouvido. Um gemido grave emitido do fundo da sua garganta.

Os seus dedos não se deram o trabalho de começar a se movimentar lentamente. Jayden fodia-me com pressa, indo fundo, alcançando o meu ponto G. As minhas pálpebras fecharam-se involuntariamente. Os pelos do meu corpo ficaram eriçados dos pés à cabeça. Algo se contorceu dentro de mim. Ele tomou mais agilidade com as investidas do seu braço e mordeu as minhas costas. Contorci-me sob ele, prestes a gozar.


— A sua boceta aperta os meus dedos como se quisesse quebrá-los. Goze para que eu me afunde por inteiro dentro de você! — disse entredentes, mordendo-me outra vez.


Com o ar queimando nos pulmões e sentindo mil ondas de prazer percorrerem o meu corpo como eletricidade, gozei gritando enlouquecida. Jayden soltou-me e uma inesperada chicotada foi desferida na minha bunda. Ardeu e doeu intensamente.

Escutei a fivela do seu cinto tilintar. Depois, escutei a suas botas serem arremessadas para longe. Ele me abraçou por trás e eu pude sentir a sua pele quente e nua roçar a minha. Era afrodisíaco. Um suspiro ansioso e profundo preencheu-me por dentro.


Em uma rápida ação, ele agarrou-me pela cintura e virou-me colocando sentada sobre o feno. Jayden puxou-me para a beirada e o seu pau duro tocou os lábios da minha vagina. Os meus olhos chegaram se fechar por alguns segundos, enquanto o meu corpo ficava mais agitado de desejo.

Segurando a minha garganta com firmeza, encarou-me com pupilas dilatas e mandíbula contraída. A sua feição era séria e a respiração pesava no peito, que arfava alto. Lentamente, passei as minhas pernas pelo seu quadril, tentando trazê-lo para mais perto. A sua face aproximou-se da minha, sem que os seus olhos deixassem os meus. Jayden agarrou o meu seio com a mão livre e o apertou com força, me fazendo grunhir, ao mesmo tempo que a sua feição se enrugou com raiva.


Ele estava sentindo raiva, mas pelo quê? O que estava o irritando?


A mão em meu seio desceu e segurou a minha cintura. Em uma estocada bruta e um tanto feroz, Jayden penetrou-me. Os meus olhos ainda estavam presos aos meus. A mão no meu pescoço segurou o outra lado da cintura, mantendo-me firme e parada para receber as suas investidas intensas. Gradativamente, a foda foi tomando velocidade. A sua virilha se cochava na minha causando um barulho oco.


O meu corpo não estava em uma posição nada confortável. As minhas costas estavam longe da parede e um pouco inclinada para trás. Os meus braços continuavam estirados, e agora os cotovelos começavam a doer. Mas, ainda assim, o prazer se sobressaia.

Quanto mais Jayden me fodia, mais suas mãos apertavam a minha pele. Ele não gemia como eu. Rosnava alto como um cão selvagem, encarando-me com olhos famintos e obscuros. Queria fechar as minhas pálpebras e curtir o orgasmo que estava prestes a chegar, mas não conseguia quebrar a nossa conexão através do olhar.


Jayden mordeu o lábio inferior e cenho enrugou-se ainda mais. Os seus olhos azuis ficaram mais escuros e as investidas incessantes ficaram mais ágeis, surpreendendo-me. Lentamente, ele pareceu ficar possuído por um espírito rude e cheio de tesão. O meu corpo balançava sem parar. Os meus punhos cerraram aos mesmo tempo que os dedos dele se afundaram na minha pele, causando mais dor. Com certeza eu ganharia muitas marcas depois dessa noite.


Os dedos dos meus pés contraíram-se e o fôlego começou a faltar. Meus olhos enfim se fecharam e minha cabeça pendeu para trás enquanto eu era tomada por uma onda de prazer dolorosa. Jayden puxou o ar entre os dentes e abraçou-me. Seu pênis contraiu-se repetidas vezes anunciando a sua ejaculação. Sua boca apoiou-se na minha garganta e gemeu alto, muito alto. Senti minha pele vibrar com o som. Então, ele gozou, mordendo-me ali. Pude sentir ser enxertada pela sua porra espessa, que escorreu para minha bunda, lambuzando-me toda. Isso havia sido delicioso.


Seu corpo parou de se movimentar. Seus braços não me soltaram. As costas dele arfava alto, sem ar. O rosto ainda se escondia na minha garganta. Minha cabeça continuava pendida para trás e isso estava gerando desconforto na minha nuca, mas eu não queria mexer-me. Sabia que se fizesse, ele me soltaria. E eu precisava de tudo dele que podia ter naquela hora, dentro dos limites impostos por um contrato idiota.


Jayden ergueu-se e retirou o laço do gancho. Depois, desatou os meus punhos e em seguida removeu a mordaça, dando-me uma grande sensação de alívio. Em silêncio, ele afastou-se pegando as suas roupas e botas do chão. De costas para mim, ele começou a se vestir. Odiava essa sensação mórbida que ele sempre instaurava após o sexo. Era como se tentasse levantar barreiras para manter seus sentimentos a salvo de mim.


Clausula estúpida!


Jayden apanhou as minhas roupas e as colocou ao meu lado, sobre a pilha de feno.


— Vista-se. Eu já volto — disse e olhou-me rapidamente, antes de deixar o estábulo.


Respirando fundo, coloquei-me de pé e comecei a me vestir. Quando terminei de calçar as botas, caminhei até a máquina fotográfica apoiada sobre a tampa de um tambor. Ao lado dela, estava a fotografia registrada por Jayden. Um pouco de espanto preencheu-me. Minhas costas estavam cheias de vergões vermelhos. Porém, precisava admitir que a foto havia ficado boa.


Coloquei-a de volta no lugar e olhei ao meu redor. Havia muitos cavalos ali. Por um segundo, imaginei o que cada um pensou com tudo o que viu e ouviu. Um riso humorado e um tanto envergonhado escapou de mim. Atlas aproximou-se da portinhola e colocou a cabeça para fora da sua baia. Caminhei até ele e acaricie-o. Ele era tão grande. Talvez o maior cavalo que já vi.


A porta foi aberta e Jayden ressurgiu.


— Vamos para a cabana — disse ao passar por mim.


Ele guardou o chicote e o laço. Apanhou a máquina, a foto e caminhou em direção à saída. Eu o acompanhei a passos apressados.


— Onde está a chave do seu carro? — ele perguntou ao fechar as portas do estábulo.


— Na ignição.


Caminhou até a minha caminhonete e assumiu a direção. Acomodei-me ao seu lado e ele dirigiu até a cabana. Ao chegar lá, desligou o motor e desceu, sempre andando rápido demais e à frente. Ele abriu a porta e deu-me passagem. Lá dentro a lareira crepitava vagarosamente, já quase sem lenha.


— Quer beber alguma coisa? — O seu tom era frio, indiferente.


Incomodava que após fazermos sexo daquele jeito, ele me tratasse como uma pessoa qualquer. Embora não fosse a sua namorada, ainda era alguém para ele. Era a sua submissa, mesmo que ainda não fosse tão boa nisso.


— Jayden. Você pode parar por um minuto e olhar para mim.


Ele parou o que fazia por um momento, mas se manteve de costas. Os ombros inflaram e ele tornou a servir a sua dose.


— Uísque? — perguntou.


Respirei fundo e um pouco impaciente.


— Eu não quero bebida. Quero que interaja comigo como um cara normal depois do sexo.


— Pareço só mais um cara normal para você? — Havia um tom de ofensa na sua pergunta.


Ele se virou para mim e encarou-me com um olhar duro.


— Não, não parece. Mas, às vezes, gostaria que fosse. Será que a gente pode conversar depois de transar, ou tomar um banho juntos como fazem pessoas normais? Você sempre age estranho, como se quisesse que eu desaparecesse depois do seu orgasmo.


A passos lentos, veio até mim.


— O que mais quer, Olivia? Quer que eu a leve para dançar sob as estrelas e a peça em casamento? — O seu tom era hostil e um pouco odioso.


— Nossa! Não precisa ser tão babaca!


— Pare de querer complicar as coisas! — disse alto.


— O que eu quero é não me sentir usada depois de transar com você! — falei no mesmo tom. — A marca dos seus dentes e dedos estão por toda parte no meu corpo! A gente acabou de gozar juntos, talvez tenhamos vivido um dos melhores momentos das nossas vidas e você age de maneira estúpida! Isso me incomoda. Me machuca!

Jayden encarou-me por alguns segundos em silêncio.


— Está pedindo demais de mim.


— Talvez eu queira mais — disse, sentindo um nó na garganta.


— Eu não posso te dar.


— Jayden...


— Vai embora, Olivia!


Ele virou-se, caminhando em direção ao corredor. Com uma pequena dor no peito, deixei a cabana. Quando liguei o motor do carro, encarei a porta da entrada e contei até dez esperando que ele aparecesse e pedisse desculpas, dizendo em seguida para eu ficar. Mas Jayden não abriu a porta.


Com o coração partido, segui meu caminho de volta para casa.

Sentada diante o espelho no camarim, eu me preparava para o show daquele fim de semana. Fazia quatro dias que Jayden e eu não nos falávamos. Pensei em mandar uma mensagem, mas acho que estaria humilhando-me por alguém que claramente não queria nada além de me penetrar e açoitar.


— Toc. Toc.

Olhei em direção da porta e lá estava Jayson.


— Oi. Que bom ver você.


Levantei-me, indo até ele. Jayson abriu os braços e abraçou-me, apertado.


— Desde aquele acontecimento terrível, não conseguimos nos falar direito. Como tem passado os dias?


— Bem. — Forcei um sorriso.


Jayson encarou-me por alguns segundos com olhos estreitos e riu baixinho.


— Gostaria que mentisse melhor.


— Não estou mentindo. De modo geral, eu vou bem.


— Quinze minutos, Liv — avisou Clay, da porta.


— Eu tenho que subir no palco agora. Quer tomar uma cerveja depois?


— Quero! Quero, sim — respondeu prontamente.


— Então até daqui a pouco.


Deixei o camarinho e subi no palco. Mas antes que saísse de trás das pilastras, respirei fundo algumas vezes, preparando o meu espírito para agitar uma plateia com mais de mil pessoas. Dependurei o violão no meu corpo, forcei um sorriso convincente e caminhei rumo ao microfone. A banda começou a tocar a introdução de Everyone’s An Outlaw e eu comecei a cantar. Meus dedos roçaram as cordas do violão e as pessoas adiante começaram a cantar junto. Jayson estava lá, entre elas.

Quando o show chegou ao fim, despedi-me de todos e agradeci a presença de cada um, desculpando-me em seguida pelo show que não havia acontecido certa noite. Ao descer do palco, rapidamente guardamos nossas coisas no ônibus. Na companhia do Jayson, seguimos em busca de cerveja. Algumas pessoas apareceram pedindo para tirar fotos. Eu sempre ficava feliz, mesmo que na maioria das vezes as garotas apenas queriam tirar fotos com os meninos.


Em um palco menor, próximo da praça de alimentação, um show iniciou-se. Com cervejas nas mãos, seguimos até lá. Algumas pessoas começaram a dançar ao nosso redor. Jayson pegou-me pela mão e convidou-me para dançar. Assenti em resposta e nós começamos a nos balançar no ritmo da música, que não era tão agitada. Quando a canção começou a se aproximar do fim, ele segurou minha mão direita e ergue-a, fazendo-me rodopiar à sua frente. Girei-me com um pouco desajeitada, tropeçando nos meus próprios pés. Jayson segurou-me firmemente pela cintura, amparando-me e impedindo uma possível queda. Rimos alto e ele desculpou-se.


— Preciso de mais uma cerveja — falei.


Juntos, voltamos até a tenda de alcoólicos. Pedimos cinco cervejas e Jayson pagou pela rodada. Ajudei-o a pegar a garrafas e ao virar-me, avistei Jayden se aproximando. Ele tinha um semblante sério e ombros rígidos. Quando os seus olhos encontraram os meus, seus passos foram interrompidos a quase três metros de distância.


— Vamos? — perguntou Jayson, chamando a minha atenção.


Assenti forçando um pequeno sorriso e segui-o.


Sabia que mais cedo ou mais tarde nos encontraríamos, porque as coisas não poderiam ficar mal resolvidas entre nós. Isso era postergar sofrimento e, talvez, um ponto final.


Depois de mais algumas músicas, o céu começou a trovejar. Logo mais uma chuva intensa cairia sobre nós. Compramos mais cerveja e seguimos em direção ao estacionamento de trailers. Beberíamos dentro do ônibus enquanto jogaríamos cartas. Ao chegar lá, um homem espantava um cachorrinho que latia em frente à porta do seu trailer.


— Saía daqui, pulguento! — disse ele irado, atirando pedras no cãozinho.


— Aí! — falei alto, enraivecida, chamando a sua atenção. — Qual é o seu problema?


— O meu problema é esse cachorro latindo na minha porta e revirando o meu lixo! — Entrou em seu trailer, batendo a porta.


— Que idiota! Ele só está com fome.


Olhei para Tate e encarei o seu resto de hambúrguer. Ele olhou-me de volta e depois para onde eu encarava.


— O meu hambúrguer não — disse com a boca cheia, em tom de derrota.

— Não seja egoísta, Tate! Esse é seu terceiro hambúrguer.


Ele suspirou fundo e deu mais uma enorme mordida no lanche, entregando o resto. Não era muito, mas já mataria a fome de um pequenino perdido.


— Obrigada — disse sorridente indo em direção do cachorro que estava sentado junto a cerca.

— Vocês podem ir, vou daqui há pouco — gritei para os meninos, que seguiram com Jayson para o ônibus. — Oi, garoto — aproximei-me devagar. — Está perdido ou abandonado?


Agachei-me diante dele, tomando uma certa distância para não o assustar. Ele era pequeno, magrinho, tinha pelagem grossa e estava muito sujo, fedia um pouco. Despedacei o hamburguer e joguei-lhe um pedaço. Ele abocanhou rapidamente, engolindo quase que sem o mastigar.


— Eu sei, a fome dói, não é?


Eu já havia passado fome e sabia como ela era desesperadora.


Joguei outro pedaço para ele, desta vez, mais perto de mim. O cãozinho aproximou-se para comê-lo. Mal o engoliu e olhou-me esperando por mais. Estendi o último pedaço e ele abocanhou-o com cuidado na minha mão.


— Eu moro em um trailer, mas acho que tem espaço suficiente para nós dois.


Ele abanou o seu rabo, olhando-me a espera de mais comida.


— Se vier comigo, posso te dar mais comida.


O cachorro recuou e latiu olhando para algo atrás de mim, então correu rapidamente passando entre a cerca, sumindo no mato um pouco alto como se algo tivesse o assustado. Levantei-me e virei depressa para trás dando de cara com o que havia o espantado, que por acaso também me assustou.


— Jayden! — disse sobressaltada, colocando as mãos sobre o peito. — Você me assustou.


— Desculpe.


Olhei sobre o ombro procurando pelo cão, mas ele havia sumido na escuridão. Respirei fundo, frustrada, voltando a encarar o homem à minha frente.


— Acho que precisamos conversar.


— Não sei se quero fazer isso hoje.


Passei por ele, indo em direção ao ônibus.


— A gente já se evitou por tempo suficiente! — disse alto, de onde estava.


Parei, virando-me para ele em seguida.


— Olivia... Eu gosto do que a gente tem e quero poder curtir isso até a sua partida, mas não tenho a intensão ou o desejo de complicar as coisas. Entenda isso! — O seu tom soou um pouco irritadiço.


— Defina complicar, Jayden? Está falando sobre nos apaixonarmos, é isso? Acha que amar alguém é complicado? Ou está falando de oferecer o mínimo para com quem você está transando? — O meu tom era amargurado. — Eu não te pedi em namoro ou que desfilasse pela cidade de mãos dadas comigo, pedi um pouco de atenção depois do sexo e você me mandou embora! Foi humilhante! Agiu de maneira tremendamente egoísta e estupida! — disse alto. — Sequer foi capaz de olhar nos meus olhos depois de deixar todo o seu DNA espalho em mim. Isso me machuca, Jayden, porque eu gosto de você.


— Então precisa começar a gostar menos! — Foi impaciente.


— Então essa é a sua resposta?


— Não vou dormir de conchinha nem te levar café na cama.


Assenti, com olhos cheios de lágrimas.


— Mas respeito você precisa me dar.


Dei-o as costas, seguindo para o trailer. Não estava mais tão a fim de jogar cartas.


— Do que está falando? Nunca lhe tratei com desrespeito — disse, vindo atrás de mim.


— Acha que não é desrespeito me expulsar da sua casa?


— Você quer que eu peça desculpas por isso? Tudo bem, Olivia. Me desculpe!


Olhei-o.


— Já percebeu que está sempre se desculpando. Sabe o que isso diz sobre você? Que está sempre pisando na bola. Meu Deus, Jayden! Não pode um dia sequer se permitir ser gentil, viver de verdade o que sente por mim? Eu não mereço isso de você?


As mãos repousaram no quadril e ele respirou fundo, cansado, abaixando a cabeça por alguns segundos.


— Você merece o mundo e eu não posso te dar. Essa é a questão. E me desculpe por isso também.


Jayden virou-se e, a passos lentos, foi se distanciando. Um soluço escapou da minha boca e lágrimas desceram abundantemente pela minha face. Eu só queria um pouco mais dele, por quem lentamente o meu coração estava se apegando. É pedir demais?


 

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Até breve.


Com amor,

Larissa Braz.

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